O tecido adiposo visceral que ganhamos com estresse nos deixa ainda mais gordos.

 

O papel dos genes a ligação entre genes estresse e gordura.

lucrando com salgados 2

Os problemas que o estresse causa ao abdômen são ainda piores. Não só o organismo desacelera o metabolismo e nos diz para comer mais como a gordura que adquirimos com stress transmite mensagem negativas ao corpo. O organismo tem uma maneira própria de reagir ao estresse, não importa como ou quando a tensão se apresente. 

Particularmente com um comércio sempre Lucrando com Salgados, sempre foi muito difícil resistir a esse tipo de alimentação que nos faz tanto mal.

Como você já sabe, sempre que ficamos estressados, o cérebro aciona o mecanismo de alarme que desencadeia uma série de respostas químicas, o que, por sua vez, torna o metabolismo mais lento e nos faz armazenar calorias. Uma boa parte desse acúmulo compõem o tecido adiposo visceral.

A velha ideia de que a gordura é apenas um depósito de energia ao qual recorremos nos períodos de fome vem sendo superada com rapidez. Hoje, as células de gorduras são consideradas um órgão endócrino, uma parte do sistema de comunicação hormonal, que envia mensagens para o resto do organismo para regular o peso, o metabolismo, os hormônios do estresse e a inflamação. Além disso, estão diretamente ligadas ao sistema nervoso autônomo. Isso significa que o cérebro lhes diz o que fazer sem que nós estejamos ciente desse processo ou tenhamos controle sobre ele.

Cortisol mensageiro da gordura.

Um dos principais mensageiros hormonais que a gordura queria é o cortisol, que, como você já sabe, é o principal hormônio do estresse. Ele é responsável pela ativação de toda a cadeia fisiológica de eventos associados ao estresse, Inclusive a desaceleração do metabolismo.

A esta altura você já deve ser capaz de perceber que esse processo se torna rapidamente um círculo vicioso em que o estresse e o aumento do peso alimentam um ao outro sem parar. Quando nos estressamos, o organismo libera o cortisol, que inibe a resposta a leptina, deixando o metabolismo mais lento. Resultado: ganhamos tecido adiposo visceral. Em seguida, esse tecido começa enviar mais cortisol a corrente sanguínea, iniciando todo o processo de novo.

Conclusão: o estresse provoca o aumento do peso, a gordura Extra que acumulamos na região abdominal libera mais hormônios do estresse, produzindo um acúmulo maior de gordura, mas hormônios do estresse e mais gordura, e assim por diante, dando continuidade ao círculo vicioso. A única maneira de interrompê-lo é relaxar.

Além disso, existem pessoas que apresenta uma variação genética que dificulta o processamento correto do cortisol. Pesquisadores descobriram que, no caso de alguns indivíduos sob estresse crônico, o mecanismo de feedback para o cérebro que desativa normalmente a produção de cortisol não funciona de modo apropriado.

Essas pessoas apresentam variações nos genes que resultam numa incapacidade congênita de ativar o freio na resposta ao estresse. Resultado: ficam presas para sempre nos círculos do aumento de peso causado pelo estresse e pela maior produção de cortisol. Elas tendem a engordar ainda mais em situações de grande tensão do que os indivíduos que não tem polimorfismos.

Relatos de superação 4

No auge da juventude.

Me chamo Eduardo, tenho 22 anos. Sou formado em geografia, e na faculdade tive problemas de perda de memória. Quando comecei a faculdade as coisas eram difíceis, mas eu sempre conseguia tirar notas boas nas provas ou me salvava com trabalhos em grupos.

Sempre tive uma vida ativa e uma ótima memória, nunca me esquecia das datas dos trabalhos ou provas, sempre lembrava de cabeça os nomes das meninas que eu ficava e os números de celular delas.

melhorando a memória

Com os amigos eu sempre apostava com eles sobre algum assunto ou jogo de memória e sempre ganhava, mas do nada isso mudou. Eu costumava andar de bicicleta o tempo todo, facilitava as coisas e eu não ficava preso no trânsito, sempre ia comer algo quando tinha tempo em uma lanchonete perto da faculdade, o custo das coisas eram mais barato das que a faculdade vendia.

A grande mudança.

Em uma dessas, eu estava voltando pra faculdade quando em um sinal o carro em vez de parar antes da faixa de pedestres parou em cima dela nisso eu bati na lateral do carro e voei por cima do capô, apesar disso eu sai só com uns machucados leves e um corte na cabeça, mesmo assim fui levado ao hospital onde o médico disse que precisaria fazer alguns exames pra ver se com a batida houve alguma coisa mais séria. Depois disso fui liberado com uns analgésicos pra dor.

Fiquei na casa do meu pai por quatro dias e durante esses quatro dias foram tranquilos, depois disso voltei a faculdade e ai começaram os esquecimentos, eu não lembrava os dias e nem os horários das aulas, sempre tinha que ver no caderno onde estava anotado, comecei a chegar atrasado nas aulas por conta disso, comecei a esquecer nomes de pessoas distantes e com isso decidi procurar ajuda médica.

Quando fui me consultar com o médico ele tinha me dito que devido o acidente que sofri por mais leve que tivesse sido prejudicou um pouco a área da minha memória e por isso estava tento esses problemas, ele me disse pra ficar tranquilo pois era momentâneo que não era uma sequela pra vida inteira, mas passou um remédio para me ajudar.

Comecei com o medicamento que o médico havia me passado e apesar de no início funcionar perfeitamente, depois de menos de um mês não estava mais adiantando, comecei a ficar preocupado pois já estava chegando a época dos exames finais e por mais que eu estudasse nada não conseguia lembrar de nada.

Foi quando falei sobre o que estava acontecendo com um amigo que cursava farmácia e me disse sobre a moringaCaps, me falou que os resultados eram ótimos e me ajudaria pois tinha efeito rápido. Fui atrás e comprei, com um mês e meio pra começar os exames finais dei início ao uso da Moringa Caps e funcionou.

A partir daí comecei a estudar e minha memória estava nova em folha, voltei a poder contar com ela pros momentos mais difíceis da minha vida. Hoje formado em Geografia dou aula em escolas públicas e particulares. Agora tenho uma memória perfeita e não esqueço mais de nada.

Relatos de superação 3

Amanda de 30 anos vinha sofrendo com perda de memória.

 

Perda de memória

Eram coisas pequenas e que aconteciam no seu dia a dia. Ela nos conta que começou esquecendo de lembranças do dia anterior, como o que comeu, o que tinha acontecido na novela e se tinha trancado a porta da sala.

Sempre verificava se tinha fechado. O marido dizia que ela estava ficando louca por ir várias vezes verificar se a porta estava realmente fechada, ela não falou pra ele que ela estava era esquecendo que tinha trancado.

Depois disso ela começou a esquecer de fazer certos relatórios do trabalho, ela trabalhava no setor administrativo de uma empresa de alimentação, sempre foi muito atenta e sua margem de erro era quase zero, o que fazia dela uma das melhores funcionárias.

Quando esse problema surgiu, ela esquecia também que tinha feito certos relatórios e os refazia, depois que lembrava que já tinha feito. Ela estava levando mais trabalho pra casa, e estava se sobrecarregando mais ainda. Isso só piorava seu problema com a memória.

Quando marcava com alguém, sempre esquecia. Seu marido a chamou pra depois do expediente para irem na casa de um casal de amigos comemorar o aniversário de casado deles, mas ela não lembrou acabou indo pra casa, comendo algo e dormindo, acabou sendo acordada pelo marido perguntando o que tinha acontecido, o por quê de ela não ter ido, ela então respondeu que tinha esquecido. Naquela noite eles acabaram brigando e não se falaram no dia seguinte.

esquecimento

Quando Creuza acordou as 6 da manhã, levantou e foi se arrumar, quando seu marido acordou com o barulho e perguntou se ela ia pra algum lugar, ela disse que trabalhar, ele olhou pra ela com um olhar como se ela fosse louca e disse a ela que era sábado.

Nessa o seu marido Isaque disse que ela estava esquecendo de certas coisas com facilidade e que marcaria um médio para ela ir e que a levaria pra não corres o risco de ela acabar esquecendo.

Chegando o dia do médico seu marido a buscou no trabalho, quando chegaram foram logo atendidos. Então o médico perguntou o que estava acontecendo, foi relatando os pequenos esquecimentos e contando a rotina do seu trabalho, o médico disse que isso era pelo excesso de coisas que ela estava fazendo e acabava prejudicando sua memória, passou uns exames um remédio e disse pra ela seguir com sua vida e que tivesse mais tempo para ela.

Mesmo depois de uma semana após a consulta com a diminuição de tempo ela continuou tendo problemas, foi em mais dois médicos e mesmo assim continuou com os esquecimentos, quando por fim foi ao terceiro e ele mencionou a moringa oleífera, uma árvore que traz em suas substancias quase 300 benefícios de cura, dentre um deles a melhora significativa da memória.

Disse para ela começar a usar imediatamente o MoringaCaps totalmente natural e eficaz. Com uma semana de uso ela não tinha mais problemas com esquecimento seu rendimento no trabalho estava ótimo como sempre foi, sua memória estava mais ativa e não esquecia de mais nada, lembrava até de coisas que não queria lembrar, como quando ela ainda namorava o marido e viu ele de papo com uma garota. Ela não tem mais problemas com a perda de memória tudo graças ao MoringaCaps.

Relatos de Superação 2

Sou o Renato, tenho 23 anos e sou jogador de vôlei e jogo pelo time da minha cidade.

Comecei a jogar vôlei na escola nas aulas de educação física, por eu ser alto com 1,92 de altura atualmente eu sempre era chamado pra jogar vôlei e basquete, mas acabei me apaixonando apenas por um deles. Veja como melhorar a condição física com Moringa Oleífera!!!

Volei Juvenil

Quando completei 16 anos, entrei por time juvenil da minha cidade. Joguei em vários lugares, rodei por todo o Brasil, e hoje jogo pelo time do meu estado. Como todo esporte acontece sempre da gente se machucar, alguma lesão, ossos quebrados, por mais tranquilo que o esporte seja, acaba sempre tendo uma contusão ou algo do tipo.

Em um jogo contra um estado vizinho, eu fui fazer o levantamento da bola e senti uma forte dor no pulso, continuei jogando, no intervalo falei com o técnico e passei um spray próprio pra esse tipo de dor.

Quando voltamos pra nossa cidade e começamos com o treino comecei a sentir meu joelho e pés, a dor era fraca mais incomoda, não comentei nada com ninguém do time. Pensei que a dor só apareceria quando eu treinasse ou jogasse, mas com o passar dos dias ela começou a aparecer quando eu estava em casa, ou saia com meus amigos.

Passei a sentir as dores com mais frequência, reclamei com minha mãe e ela me deu um remédio para esse tipo de dor no corpo, comecei a usar ele, e as dores paravam e quando o efeito terminava elas voltavam.

Jogando volei

Nos treinos as dores eram mais fortes meu joelho direito inchava e mesmo tentando disfarçar o treinador notou. Foi quando ele perguntou o que estava acontecendo e eu contei que além do joelho estava com dores no pulso e calcanhares. Ele então disse que iria me afastar por tempo para me tratar.

Eu não passar um tempo longe do time, mesmo assim ele insistiu e disse que com o joelho e essas dores eu não jogava e que se eu aparecesse lá seria ou pra ver os treinos e jogos da arquibancada ou para ajudar quando ele precisasse em alguma questão técnica.

Fui ao médico com minha mãe e ele falou que isso era problema nas articulações, me passou algumas vitaminas e remédios e disse para eu repousar. Fiquei atoa durante dois meses, só ia aos jogos para torcer pelo meu time.

Quando eu tentava jogar em casa no quintal sempre acabava com dores, os remédios não estavam fazendo efeito. Foi aí que meu treinador falou pra comprar a moringacaps, ele contou que no time anterior que era técnico, teve jogadores com o mesmo problema e só com o moringa oleífera que voltaram a jogar.

Segui o conselho do meu técnico e comprei, comecei a fazer uso desse produto e com menos de duas semanas voltei a treinar, estava me sentindo vivo e ativo novamente, meu joelho parou de doer e inchar, meu pulso estava perfeito, meus saques estavam cada vez melhores.

Com um mês eu voltei a jogar, logo no primeiro jogo nós ganhamos, depois disso só tivemos vitórias. Hoje não sinto mais dores nas articulações, jogo em todos os campeonatos e auxilio meu técnico nos treinos.

 

Relatos de superação

Hoje iremos contar a história da Irene de 37 anos, que sofria de dores nas articulações.

Irene nos conta que as dores começaram há quatro meses, ela estava em casa lavando a varanda, quando foi puxar a água com o rodo e sentiu uma forte dor no cotovelo esquerdo, imediatamente ela disse que largou o rodo e colocou a mão sobre o cotovelo para ver se tinha batido em algo. Mas não tinha um arranhão, ela concluiu que poderia ter dado mal jeito.

dores

Passaram dois dias mais a dor não ia embora, ela tomou um remédio para dor muscular que tinha comprado na farmácia, depois de um tempo o remédio fez efeito.  De noite irene foi se deitar e resolveu ler um livro antes de dormir, nisso a dor voltou mais agora entre seu ombro e braço, ela voltou a tomar o remédio, mas a dor passava e continuava, voltou a farmácia no dia seguinte trocou de remédio na esperança que a dor parasse ou pelo menos que o remédio tivesse um efeito mais duradouro.

Ela então começou a fazer uso do novo medicamento, de início o remédio fazia um efeito bom, mas se ela demorasse 30 minutos para tomar ele, a dor voltava. Depois os joelhos começaram a doer, ela ficou nessa, de sentir dor e tomar remédios todos os dias por umas 3 semanas até sentir que o excesso de remédio estava fazendo mal ao seu estomago.

Foi então que ela foi procurar um médico, no primeiro momento ele perguntou o que estava acontecendo, então Irene contou sobre as dores que estava sentindo, ele questionou se era só nas articulações que ela estava tendo dor, ela respondeu que sim.

O médico perguntou o que ela faz durante a semana, ela diz que passa a semana arrumando a casa, lavando a varanda e a garagem, pois costuma sujar sempre. Ele diz que ela está com problema de articulação e pode ser devido ao excesso de trabalho limpando a casa e principalmente lavando e puxando a água com o rodo. Ele passou uns medicamentos para ela tomar e pediu que diminuísse o trabalho durante a semana.

Irene começou a tomar os medicamentos que o médico passou as dores diminuíram, mas não passava, ela então começou a se sentir limitada, já que dependendo do movimento que ela fizesse a dor poderia voltar mesmo utilizando os remédios.

Ficou tomando os remédios que o médico passou e parou com praticamente tudo. Como morava ela e o irmão e ele trabalhava embarcado. A casa e, arrumação ficava com ela durante o embarque, mas passou a ficar só com ele quando voltava a terra.

Depois que seu irmão Oswaldo viu que ela estava sofrendo, disse a ela pra procurar outro remédio. Foi então que em meio a procura ela conheceu através de uma tia que foi visitar a moringa oleífera uma árvore que com sua composição poderia melhorar suas dores musculares, ela começou a utilizar o produto chamado MoringaCaps e voltou a fazer os afazeres de casa, não sentia mais dores no ombro, nem nos cotovelos, e nem nos joelhos, resolveu trabalhar menos em casa e aproveitar mais pra sair e caminhar. Comprou até uma bicicleta.

Hoje Irene nos conta que a MoringaCaps melhorou em 100% sua vida e a incentivou a praticar esportes para melhorar sua saúde.