O tecido adiposo visceral que ganhamos com estresse nos deixa ainda mais gordos.

 

O papel dos genes a ligação entre genes estresse e gordura.

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Os problemas que o estresse causa ao abdômen são ainda piores. Não só o organismo desacelera o metabolismo e nos diz para comer mais como a gordura que adquirimos com stress transmite mensagem negativas ao corpo. O organismo tem uma maneira própria de reagir ao estresse, não importa como ou quando a tensão se apresente. 

Particularmente com um comércio sempre Lucrando com Salgados, sempre foi muito difícil resistir a esse tipo de alimentação que nos faz tanto mal.

Como você já sabe, sempre que ficamos estressados, o cérebro aciona o mecanismo de alarme que desencadeia uma série de respostas químicas, o que, por sua vez, torna o metabolismo mais lento e nos faz armazenar calorias. Uma boa parte desse acúmulo compõem o tecido adiposo visceral.

A velha ideia de que a gordura é apenas um depósito de energia ao qual recorremos nos períodos de fome vem sendo superada com rapidez. Hoje, as células de gorduras são consideradas um órgão endócrino, uma parte do sistema de comunicação hormonal, que envia mensagens para o resto do organismo para regular o peso, o metabolismo, os hormônios do estresse e a inflamação. Além disso, estão diretamente ligadas ao sistema nervoso autônomo. Isso significa que o cérebro lhes diz o que fazer sem que nós estejamos ciente desse processo ou tenhamos controle sobre ele.

Cortisol mensageiro da gordura.

Um dos principais mensageiros hormonais que a gordura queria é o cortisol, que, como você já sabe, é o principal hormônio do estresse. Ele é responsável pela ativação de toda a cadeia fisiológica de eventos associados ao estresse, Inclusive a desaceleração do metabolismo.

A esta altura você já deve ser capaz de perceber que esse processo se torna rapidamente um círculo vicioso em que o estresse e o aumento do peso alimentam um ao outro sem parar. Quando nos estressamos, o organismo libera o cortisol, que inibe a resposta a leptina, deixando o metabolismo mais lento. Resultado: ganhamos tecido adiposo visceral. Em seguida, esse tecido começa enviar mais cortisol a corrente sanguínea, iniciando todo o processo de novo.

Conclusão: o estresse provoca o aumento do peso, a gordura Extra que acumulamos na região abdominal libera mais hormônios do estresse, produzindo um acúmulo maior de gordura, mas hormônios do estresse e mais gordura, e assim por diante, dando continuidade ao círculo vicioso. A única maneira de interrompê-lo é relaxar.

Além disso, existem pessoas que apresenta uma variação genética que dificulta o processamento correto do cortisol. Pesquisadores descobriram que, no caso de alguns indivíduos sob estresse crônico, o mecanismo de feedback para o cérebro que desativa normalmente a produção de cortisol não funciona de modo apropriado.

Essas pessoas apresentam variações nos genes que resultam numa incapacidade congênita de ativar o freio na resposta ao estresse. Resultado: ficam presas para sempre nos círculos do aumento de peso causado pelo estresse e pela maior produção de cortisol. Elas tendem a engordar ainda mais em situações de grande tensão do que os indivíduos que não tem polimorfismos.

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